Criando um Ambiente Alfabetizador

 
Criando um Ambiente Alfabetizador
Parte I



Sabemos que o processo de alfabetização se desenvolve mais facilmente quando as crianças chegam à escola tendo uma maior familiaridade com a escrita, obtida em contextos nos quais ela circula com usos e funções sociais. Tal como na vida cotidiana, a escola pode apresentar situações, contextos e materiais capazes de estimular o interesse e a atenção dos alunos.
Por essa razão, um elemento importante do trabalho de alfabetização se refere à qualidade e à diversidade do material que é disponibilizado no contexto escolar, ou seja, na criação e manutenção, pelo professor, de um AMBIENTE ALFABETIZADOR.
Metodologicamente, a criação desse ambiente se concretiza na busca de levar as crianças em fase de alfabetização a usar a língua escrita, mesmo antes de dominar as “primeiras letras”, organizando a sala de aula com base nela. Conceitualmente, a defesa da criação do ambiente alfabetizador estaria baseada na constatação de que saber para que a escrita serve (suas funções de registro, de comunicação à distância, por exemplo) e saber como é usada em práticas sociais (organizar a sala de aula, fixar as regras de comportamento na escola, por exemplo) auxiliariam a criança em sua alfabetização, por dar significado e função ao processo de ensino-aprendizagem da língua escrita e por criar a necessidade de se alfabetizar, favorecendo, assim, a exploração, pela criança, do funcionamento da língua escrita.

Vejamos algumas sugestões de ambientes, rotinas e materiais que possibilitariam a prática social da leitura e escrita na alfabetização:

1 – CHAMADA
A cada dia, no início das atividades os nomes dos alunos devem ser explorados por todos. Para que esta atividade seja motivadora, não-repetitiva e que possibilite novas percepções, você deve criar uma situação diferente para cada dia da semana. Para que todas as crianças percebam quais os alunos presentes e ausentes, bem como observar e perceber as escritas desses nomes, é aconselhável que cada criança possua uma ficha ou crachá com o primeiro nome escrito em letra de imprensa maiúscula de um todo (salientar a primeira letra de outra cor) e, do outro lado, o nome completo. Nesta ficha, também poderá conter a foto da criança no princípio do trabalho de exploração do nome próprio. E que este nome seja colocado, após a sua exploração, em um espaço visível por todos os alunos, para que, sempre que necessário, os nomes seja consultados.

2 comentários:

Dedéia da Ilha disse...

Oi Patricia! Obrigado pelo trabalho lindo que você realiza no seu blog. De fato, na faculdade a gente recebe as instruções didáticas de como ser um professor mas, a prática fica a desejar. Estou pela primeira vez como regente de turma, peguei uma classe de 2º ano E.F. que ainda não é alfabetizada e que os colegas já me alertaram que possuem sérios problemas de comportamento. Quero ser útil para essas crianças e conseguir alfabetiza-las daí então iniciar o conteúdo do 2º ano de fato. Peço sua ajuda amiga para me orientar nessa jornada que aparece para mim como um desafio. Bjs, Profª Andréia Almeida.

Anônimo disse...

Seu blog me ajuda muito nos trabalhos da escola . Sou normalista e me formo esse ano .
Faço muitos trabalhos com base no que você posta e eles ficam mais que perfeitos . Parabéns :]

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